TRE-MG
Após ter sido cassado em primeira instância, no último dia 3 de novembro, por abuso de poder econômico e político e captação ilícita de sufrágio, o prefeito da cidade de Pescador (Vale do Rio Doce), Damião Alves Chaves (PT), retornou ao cargo nesta semana (segunda-feira, dia 8) após a concessão de uma liminar pelo juiz do TRE-MG Ricardo Rabello. A permanência de Chaves e do vice-prefeito, Itamar de Almeida, à frente do Executivo municipal vai durar até o julgamento, no TRE-MG, da ação de investigação judicial eleitoral que levou à cassação do prefeito.
A liminar obtida pelo prefeito cassado concedeu efeito suspensivo à decisão do juiz da 136ª Zona Eleitoral de Itambacuri (à qual pertence Pescador) de afastar os cassados, e também que fosse dada a posse do presidente da Câmara no comando da prefeitura local, declarada a inelegibilidade dos investigados, aplicada multa de R$ 26 mil a ambos e a imediata realização de novas eleições no município.
Segundo a ação de investigação judicial eleitoral, Chaves, eleito em 2008 com 1.617 votos, teria usado o maquinário e servidores da prefeitura de Pescador para fazer perfuração de poço artesiano em propriedade particular, em São José do Divino, com o fim de cooptar votos do dono do terreno e de seus familiares.
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