Andrea Jubé Vianna, da Agência Estado
Futuro ministro está elaborando diagnóstico da estatal, que é alvo de escândalos de corrupção desde o primeiro governo Lula
BRASÍLIA - À frente do Ministério das Comunicações, caberá a Paulo Bernardo reorganizar a Empresa de Correios e Telégrafos (ECT), alvo de escândalos de corrupção desde o primeiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Bernardo já começou um diagnóstico da estatal, tendo sido nomeado "interventor informal" por Lula.
Mais uma fonte ligada à cúpula do PT confirmou nesta terça-feira, 30, à Agência Estado que o atual ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, assumirá o Ministério das Comunicações no futuro governo Dilma Rousseff. Nesta situação, o PMDB perde o controle da pasta, mas deverá ser compensado com outro ministério. Provavelmente, o das Cidades.
Além disso, caberá ao ministro retirar do papel e impulsionar o Plano Nacional de Banda Larga, projeto atualmente conduzido pela Casa Civil. Neste caso, o assessor especial da Presidência César Alvarez iria para o ministério trabalhar ao lado de Bernardo.
Por fim, Bernardo também assumirá o novo marco regulatório das comunicações, projeto ainda embrionário que, no momento, é conduzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República. Bernardo herdará o anteprojeto das mãos de Franklin Martins, que deixará o governo. O argumento é de que cabe ao Ministério das Comunicações, por definição, elaborar e conduzir as políticas públicas do setor.
Companheiros Ecetistas.
ResponderExcluirAté que enfim estamos livres. Mas não se iludam! Já ouviram falar em herança maldita?
O projeto que cria o CORREIOS S/A está na Casa Civil. O Lula não permitiu sua edição.
Mas a tarefa para o novo ministro já está definida. Teremos que nos mobilizar. Entender que algumas mudanças são necessárias. Mas também teremos que convencer o novo ministro que a família ecetista é capaz de tocar esta imensa estatal e resgatar o prestígio junto à população brasileira. Mas para realizar isto teremos que exigir que as ações políticas se limitem aos sete Diretores em Brasília e ao Diretor e Diretor Adjunto nas regionais. Após isto, basta deixar os ecetistas trabalharem sem politicagem e sem perseguições, que a locomotiva entrará nos trilhos em pouco tempo.