Tribuna do norte - 08 de Maio de 2010
Os carros oficiais de pelo menos três dos sete diretores da Empresa de Correios e Telégrafos foram “grampeados”, com GPS e escuta, e estão interditados para perícia da Polícia Federal. Curiosamente, os três carros eram dos diretores “de fora”, que não pertencem aos quadros da própria ECT. E revela a guerra fratricida pelo controle da estatal, que vive a mais grave crise de sua história. A ECT não quis se pronunciar.
Presidente na roda
Foram encontrados escuta e rastreador em carros oficiais de Carlos Henrique Custódio, presidente da ECT, e de outros dois diretores.
Marcado para morrer
O diretor de Operações, Marco Antonio Oliveira, um dos monitorados, é perseguido desde que fez um relatório identificando as falhas da ECT.
Parentesco
Também grampeado, o diretor de RH Pedro Magalhães é irmão de João Magalhães (MG), deputado enrolado na operação João de Barro.
Clima de terror
Sindicalistas denunciam um clima de “caça às bruxas”, perseguições e retaliações, na ECT, desde a posse do atual presidente da estatal.
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